segunda-feira, 14 de junho de 2010

É... definitivamente fazer um documentário não é tarefa tão simples; fotos, filmagens, reportagens, informações e muitas, muitas pesquisas... após tudo isso chega o momento da edição, decidir o que colocar, qual a melhor imagem, melhor gravação e chegar a um acordo entre o grupo... enfim, após todas essas "descobertas" temos nosso documentário pronto e editado. A experiência não poderia ser melhor, descobrimos muito sobre a famosa feira da República, sobre construções preservadas, como a praça surgiu.. e o melhor de tudo é que nos divertimos muito.
Esse desafio nos proporcionou algo incrível, a capacidade que temos de superar as dificuldades e produzir um material que nos agradou muito.
O desafio era grande, pois são 7 pessoas com idéias diferentes e apenas 15 minutos para expor tudo o que gostaríamos.
Em breve disponibilizaremos os links para que todos possam ver nosso trabalho!

Praça da República, um marco histórico que a cidade de São Paulo tem orgulho de mostrar e preservar.

Fotos de Elisângela Silvino e Juliana Carvalho.


















quinta-feira, 10 de junho de 2010

ITAIM PAULISTA

Curiosidade: Bairro onde Renata Sousa mora na zona leste de São Paulo.




ITAIM PAULISTA

O distrito teve dificuldades de crescimento pelo fato de se localizar próximo a grandes vilas como São Miguel Paulista e Lajeado. Nos primeiros séculos de colonização, o Itaim Paulista era um misto de chácaras fazendas e sítios. Desestimulados pelo problema de falta de estrutura e sufocado pelo progresso dos vizinhos. O Itaim Paulista somente começou a receber moradores no final do século 18. Com a chegada da ferrovia Estrada do Norte antiga Central do Brasil no século 19, o Itaim Paulista comecou a viver o seu ciclo de desenvolvimento. A princípio, esse crescimento era lento, as casas foram surgindo ao longo das margens dos trilhos.
Nas décadas de 30 e 40 do século passado a produção de tijolos e telhas por parte de olarias era a atividade mais lucrativa na região.
Da década de 50 do século passado, o Itaim Paulista foi alvo de grandes transformações, a começar pela ocupação do espaço territorial de forma acelerada.
Em 1957 foi instalada a paróquia de São João Batista do Itaim, isso ajudou a acelerar o seu crescimento.

Retirado do site?www.omelhordobairro.com.br/itaimpaulista/userfiles/image/800px-Estacao_itaim_paulist.jpg&imgrefurl=http://www.omelhordobairro.com.br/itaimpaulista/&usg=

__9c1yrgwYXokXucJlRxYSi4vQXAs=&h=344&w=500&sz=51&hl=ptBR&start=1&sig2=42RH6QOKQh_C2hrbCh6KSw&um=1&itbs=1&tbnid=G9RCGlCLFCwcaM:&tbnh=89&tbnw=130&prev=/images%3Fq%3Dbairro%2Bdo%2Bitaim%2Bpaulista%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26tbs%3Disch:1&ei=VkQRTLOLO4y2NsOmmeoC

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Gravação do Documentário

Oi pessoal, segue algumas fotos do dia da gravação do documentário.



A Praça da República está em obras.



Dentro da Estação da república.



Ju Carvalho e a Ju Zonatto na estação do metrô República.



Na Estação República.


Fotos de Elisângela Silvino e Juliana Carvalho.




Poema a São Paulo



Uma cidade opaca de aspecto cinzento
É o reflexo do excesso de cimento

Mesmo plantando muitos espigões

Ela nos remete a um mundo de paixões

Nos seus mirantes, cheio de amantes

Todos a olhar, estáticos como antes

A ver uma cidade que, mesmo poluída

Conserva sua arquitetura ainda colorida

Por muita gente bastante amada

Por outros tantos muito invejada

A cidade que só conhece o progresso

Detesta ouvir a palavra retrocesso

Esta cidade que não nega seu quinhão

Recebe de Brasília, um mero torrão

São Paulo é uma cidade sem preconceito

Mas exige que com ela se tenha mais respeito

São Paulo recebe de braços abertos, os ousados

Mas eles tem que ter passos apressados

São Paulo gosta daquele que pega no breu

Mas por favor, preste bastante atenção

Não gostamos que cuspa no prato que comeu



Autor(a): Mario Lopomo história publicada em 9/12/2005

Retirado do site:http://www.sao paulominhacidade.com.br/list.asp?ID=152

Música Avenida Paulista


Avenida Paulista
Rita Lee - Roberto de Carvalho

Eu acordo bem cedo
E vou trabalhar
Meu coração caipira
Perdido na cidade
Sonha e suspira
Sonha e suspira

Sou fã número um
Do cantor popular
Da vida de artista
Da santa padroeira
Da Avenida Paulista
Da Avenida Paulista

Não existe praia
Pra afogar minha sede
Eu encho a cara
Eu picho a parede

Gosto de quem gosta
De arrancar um sorriso
Se eu curto a "fossa"
Eu perco o juízo

Na Avenida Paulista
Na Avenida Paulista

Letra extraída do sitehttp://www.musicasantigas.mus.br/

Metrô de São Paulo

Metrô de São Paulo

O Metrô de São Paulo é o sistema metropolitano da cidade de São Paulo, operado pela empresa de capital misto do estado de São Paulo Companhia do Metropolitano de São Paulo. Fundada no dia 24 de abril de 1968,[ a empresa é responsável pelo planejamento, projeto, construção e operação do sistema de transporte metropolitano na Região Metropolitana de São Paulo. Tendo a maior parte de seu controle acionário associada ao governo do estado, é subordinada à Secretaria dos Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo. Integra também a Rede Metropolitana de Transporte de São Paulo. A empresa privada Via Quatro opera a recém-inaugurada Linha 4 do sistema.

Atualmente o Metrô de São Paulo está em operação e em expansão, com uma alta capacidade e um sistema de interligação para o transporte de massa na região metropolitana. Operacional desde 14 de setembro de 1974, o Metrô atualmente possui uma extensão de 65,9 quilômetros de linhas ferroviárias distribuídas em cinco linhas, ligadas por 58 estações. Compõe o sistema as linhas 1-Azul (Jabaquara - Tucuruvi),2-Verde (Sacomã - Vila Madalena), 3-Vermelha (Corinthians-Itaquera - Palmeiras-Barra Funda), 4-Amarela (Faria Lima - Paulista) e 5-Lilás (Capão Redondo - Largo Treze). O sistema é interligado gratuitamente com a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos(CPTM) nas estações Brás, Palmeiras-Barra Funda, Luz e Santo Amaro, e em outros terminais de transporte intermodal na cidade de São Paulo. Diariamente o Metrô transporta 3,4 milhões de passageiros. Até o final de 2010 o Metrô de São Paulo, com as obras de integração com a rede da CPTM, deverá ter a extensão total de 240 quilômetros.

Retirado do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Metr%C3%B4_de_S%C3%A3o_Paulo

Parque do Carmo

Curiosidade: Bairro de Aline Cristina.









Parque do Carmo

O Parque do Carmo é um parque municipal localizado no distrito homônimo de Parque do Carmo, na região leste da cidade de São Paulo.

Possui uma área de aproximadamente 1.500.000 metros quadrados, é o maior parque da cidade de São Paulo e um dos maiores da região metropolitana.

História

O parque foi originalmente uma antiga fazenda do século XIX. O bosque tem aproximadamente 6 mil árvores, entre cerejeiras e eucaliptos. Tem churrasqueiras, quiosques, lagos naturais e diversas espécies de animais. Foi transformado em parque pela prefeitura no dia 19 de setembro de1976. Está localizado na Avenida Afonso de Sampaio e Souza, 951 - Parque do Carmo.

Infra-estrutura

O Parque contem um Museu do Meio Ambiente, Planetário do Carmo, lagos, estacionamento, anfiteatro natural, aparelhos de ginástica (barras), campos de futebol, ciclovia, pista para correr, playgrounds, quiosques e churrasqueiras, o parque é muito eficiente em sua administração, seguindo padrões de qualidade sempre com respeito ao meio ambiente.

Fauna

Rica fauna de Mata Atlântica, que ali encontra refúgio, abrigo, alimentação e condições favoráveis para sua reprodução. Mergulhões, pica-paus, andorinhas e sabiás podem ser avistados em sua área, além de mamíferos como gambás, preguiça-de-três-dedos, macacos e veados-catingueiros

Flora

Mata ciliar, capoeiras, eucaliptal e brejos. Parte da vegetação é representativa da Mata Atlântica e ocorre principalmente nas encostas e locais de difícil acesso. Gramados e campos possuem espécies nativas e exóticas. O Parque apresenta ainda um cafezal, um pomar e um bosque de cerejeiras.

APA Parque e Fazenda do Carmo

A APA do Parque e Fazenda do Carmo é uma Área de Proteção Ambiental, localizada na região leste do município de São Paulo, que foi regulamentada pelo decreto n° 37.678, de 20 de outubro de 1993, pelo então governador do estado de São Paulo Luiz Antônio Fleury Filho.

Possui uma área de 867,60 ha, contendo áreas de lazer como o Parque do Carmo e o SESC Itaquera e outras áreas para uso de horticultura, residencial e industrial.

Essa APA foi criada devido o surgimento de grandes avenidas e estações de metrô na região do rio Aricanduva, o que desencadeou uma explosão demográfica na região, o principal objetivo é garantir uma melhor qualidade de vida para toda a população da região leste de São Paulo, que direta e indiretamente são influenciados pelas conseqüências de um bom ou mau planejamento urbano.

Retirado do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Parque_do_Carmo

São Paulo da correrria São Paulo da confusão
São Paulo todos os dias em meu coração

São Paulo que eu trabalho
São Paulo que eu estudo
São Paulo que de tão grande,já virou o meu mundo

São Paulo do trânsito chato
São Paulo do metrô apertado
São Paulo sempre ao meu lado

São Paulo da garoa fina
São Paulo do friozinho no final da tarde
São Paulo quando estou longe,sinto saudades

São Paulo cultural
São Paulo empresarial
São Paulo das oportunidades
São Paulo minha cidade

Alguns te olham feio
Alguns ainda não te perceberam
Mas se alguém se interessar
Pode lhe procurar

E quem vier procurar,vai encontrar...

Belos museus
Belos teatros
Belas arquiteturas
Belas praças
Belas ruas
Belas histórias
Belos parques
Belos comércios
Belas hospedagens
Belas pessoas
Belos pedidos de ajuda
Belos apelos de carinho
Belos sentimentos
Belos sonhos


E TRILHARES DE OBJETIVOS DE UMA SÃO PAULO QUE TAMBÉM APELA POR CUIDADO E CARINHO...


Postado por Aline Cristina(Paulista de coração)

São Paulo da garoa, São Paulo terra boa


Fundada em 25 de janeiro de 1.954, São Paulo é uma cidade como nenhuma outra. Considerada o principal centro financeiro do País e da América Latina, é também a maior cidade brasileira e uma das mais globalizadas do mundo.

São Paulo é um grande centro cultural, de entretenimento, bem como a cidade mais rica da América do Sul - sendo ainda o maior centro de produção e o maior mercado consumidor do País.

Só em 2008, a cidade recebeu mais de 11 milhões de visitantes, entre os que vêm a negócios e/ou lazer. Destes, 91,5% são turistas brasileiros e 8,1% são estrangeiros.

Quem estiver na cidade, nesta segunda-feira, poderá participar das festividades do 456º aniversário dessa metrópole.

O Parque da Independência volta a servir de palco para as comemorações. A cantora mineira Érika Machado abre as apresentações às 15 horas; em seguida, às 17 horas, Flávio Venturini sobe ao palco e, por fim, às 19 horas, Milton Nascimento encerra o evento, gratuito.

A promoção é da Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e com apoio da São Paulo Turismo (SPTuris). Outros eventos, como exposições, passeio ciclístico e mostras de cinema, homenageiam a data.

São Paulo





São Paulo

São Paulo, és chamarisco, com certeza!
Filhos postiços te conhecem bem.
És berço do trabalho, és fortaleza.
Mas para erguer-te vêm povos d´além.

E esperançosos de encontrar riqueza
De todos os recantos eles vêm.
Insistem na labuta com firmeza
se querem conquistar algum vintém.

E o esforço em bloco é que te faz enorme.
São Paulo, és a cidade que não dorme.
Embora tenhas na alma um peito de aço.

Na condição de irmão hospitaleiro
abrigas com carinho lisonjeiro

o mundo inteiro;sob teu regaço.



São Paulo Amigo

Sou felizarda por morar aqui
Nesta cidade amada do Brasil,
Onde inteira de sonhos me vesti
Para tornar a luta mais sutil.

São Paulo, com orgulho eu te escolhi
Porque és a fonte de riquezas mil.
Que és nobre terra, há muita descobri,
Meu bom São Paulo de alma varonil.

Foste a esperança viva do planalto,
Dos bandeirantes a ideal conquista
A crescer para os céus pelo asfalto.

Deixas esperançosos o mundo inteiro.
E até para quem nunca foi paulista
Entregas teu carinho hospitaleiro!...


São Paulo em Ação

Com força assim, não pode haver igual.
Cresces depressa e assustadoramente!
Segues veloz em marcha triunfal
Enaltecendo Anchieta eternamente.

E, no calor do abrigo fraternal,
Dás esperança para muita gente
Seguir em rente, em busca do ideal,
Fazendo-te maior diariamente.

Terra adorada de Piratininga,
És tu, a mais audaz conquista,
Onde qualquer projeto sempre vinga.

Bendita sejas pela eternidade,
Porque és de todos, o torrão paulista.
Pátria a crescer em prol da humanidade.

São Paulo Gigante

Oh! Meu São Paulo gigante,
Metrópole da nações.
Tu tens o poder triunfante,
De prender os corações.

Vinte cinco de janeiro,
Data que ficou na história
Por um povo hospitaleiro,
É festejada com glória.

A tão famosa garoa
A penumbrar a cidade
Vai molhando a terra boa
Com gotinhas de saudade.

Oh! metrópole querida
Amada por todos nós
A tua fama é conhecida
E como cresces veloz.

Vinte e cinco de janeiro
Data que ficou na história
Por um povo hospitaleiro,
É festejada com glória.






quinta-feira, 3 de junho de 2010

Isto é São Paulo



Demônios da Garoa
Composição: Kazinho

Mil, quinhentos e cinqüenta e quatro,
Quando de um colégio, deu-se a fundação,
Nasceu a capital de um estado,
Desta nação.
Que seria líder das demais,
Hoje a cidade que mais cresce neste mundo,
É cidade dos arranha-céus,
Maior centro cultural,
E industrial,
No trabalho, vem e vai,
Isto é São Paulo,
Meu Brasil,
Isto é São Paulo,
Meu Brasil.

O trabalho sempre foi seu lema,
Seu ordeiro povo ser trabalhador,
Mostrou em tantas obras sua força, o seu valor,
Obras que só fazem orgulhar,
Túnel Nove de Julho,
Elevado Costa e Silva,
Ibirapuéra, Parque Anhembí,
Corrida São Silvestre,
Estádio Morumbí,
E as estradas, pra rodar,
Isto é São Paulo, meu Brasil.

O seu samba hoje consciente,
Tem entrada franca, no Municipal,
E da aquele recital,
Para quem quiser apreciar,
Suas noites hoje, se aquecem com pandeiro,
Timba, cavaquinho e violão,
Depois o Carnaval, no Anhangabaú,
É samba em festa a desfilar.
Isto é São Paulo, meu Brasil...


Retirado do site: http://letras.terra.com.br/demonios-da-garoa/887330/ http://www.youtube.com/watch?v=oh02_UzSvZg


quarta-feira, 2 de junho de 2010

Visita ao Patio do Colégio




Essa foto foi tirada no Pátio do Colégio, quando fomos visitar o centro de São Paulo. Olhem lá, a Ju, Elis e a Re anotando informações interessantes sobre o lugar. Passeio incrível.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Gravação do Documentário


Oi pessoal, sábado dia 22, fomos gravar o documentário sobre o centro de São Paulo. Demos enfâse na região da Praça da República.
Segue algumas fotos que farão parte do documentário.



Secretária da educação em reforma.

Prédios ao redor da Praça da República.

Olha nossa amiga Renata na Estação República.

Fotos de Elisângela Silvino.


segunda-feira, 24 de maio de 2010

Feira de Arte da Praça da República


A Feira da Praça da República começou como uma pequena feira de selos. Com a chegada de colecionares de moedas e hippies, o evento cresceu e se transformou em um espaço voltado para artes e artesanato. Realizada aos domingos, é um ponto de passagem obrigatória tanto para turistas que visitam São Paulo, quanto para moradores da cidade.

Na feira da Praça da República, além da varidedade de produtos comercializados, os visitantes também encontram uma pequena praça de alimentação. Lá, você se depara desde sabonetes até peças para decoração, passando por bolsas, roupas, brinquedos, bijuteria e artigos em prata. A maioria dos artigos é vendida pelos próprios produtores, proporcionando um contato direto entre os artistas e o público em geral, que pode comprar os produtos por preço mais barato.


Filmado por Juliana Carvalho.
Retirado do site:http://www.guiadasemana.com.br/ Sao_Paulo/Passeios/Estabelecimento/Feira_da_Praca_da_Republica.aspx?id=13273

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Rua 25 de março

A rua Vinte e Cinco de Março localizada na cidade de São Paulo, SP, considerada o maior centro comercial da América Latina, pois consiste em um dos mais movimentados centros de compras varejistas e atacadistas da cidade.
Um dos grandes entraves do comércio local é o alto número de barracas de camelôs que disputam espaço com as lojas comerciais, vendendo os mais diversos produtos nacionais e importados, sem o reconhecimento oficial.
Nas suas proximidades existem diversas galerias que vendem produtos importados a baixo custo, com destaque aos aparelhos eletro-eletrônicos, podemos citar a Galeria Pagé, conhecida pela grande gama de produtos postos à venda, Shopping 25 de Março entre outros estabelecimentos comerciais.

História

O primeiro registro aponta a existência da rua em 1865, em substituição à Rua de Baixo, fato revelado por Lineu Francisco de Oliveira no livro Mascates e Sacoleiros.
A primeira grande enchente na região pode ter ocorrido em 1.° de janeiro de 1850, quando um temporal de seis horas aumentou o nível dos rios Tamamduateí e Anhangabaú e a água invadiu casas, causando a destruição de 27 delas, sendo 14 de taipa. Mais tarde, os rios foram desviados e canalizados, embora, até hoje, a região registre enchentes .
Episódios de violência também marcam sua trajetória. Em 1908, um dono de uma loja de tecidos, Elias Farah, foi assassinado por um de seus empregados, um imigrante de Beirute chamado Miguel Traad. Farah foi estrangulado, esquartejado e colocado dentro de uma mala por Traad.
Seu nome é uma homenagem dada pela câmara municipal e poder executivo, referente ao dia em que foi redigida a primeira Constituição brasileira de 1824. Foi outorgada pelo imperador D. Pedro I.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Galeria do Rock



A Galeria do Rock é um conglomerado de 450 estabelecimentos comerciais, sendo 190 dedicadas ao mundo do rock. São vendidos CDs, discos, vídeos, camisetas, acessórios, bandeiras, pôsteres e itens de decoração. Há também estúdios de piercing e tatuagem e sedes de fã-clubes, como o Magical Mystery Tour (Beatles), Sepultura, e Raul Seixas. Os outros são lojas de roupas, estabelecimentos de serigrafia, salões de cabeleireiros, oculistas, alfaiates, etc.

O prédio onde hoje se encontra a Galeria foi fundado em 1963, com o nome de Shopping Center Grandes Galerias, um centro comercial diversificado com lojas de serigrafia, salões de beleza, locais que realizavam consertos de TVs e outros.

No final dos anos 70, o edifício passou a começou a haver uma “invasão” de lojas de disco voltadas principalmente para o rock, comandada pela loja Baratos Afins, a primeira que se instalou por ali.

A cultura de rua e o hip hop também têm seu espaço no térreo e subsolo.


Curiosidades:

O projeto arquitetônico é de Alfredo Mathias, inspirado na escola de Oscar Niemeyer, como indica a fachada em formato ondulado. Niemeyer foi o responsável pelo projeto do conhecido e charmoso Edifício Copan.
Os anos 80, na Galeria, foram marcados por brigas de gangues, uso indiscriminado de drogas e um certo abandono, frutos do descaso do então síndico Miguel Camassa, que também era delegado de polícia. Sentindo os prejuízos na pele, os lojistas organizaram-se e conseguiram eleger Antonio Souza Neto, que possui seis estabelecimentos ali, como novo síndico.

Toda a parte hidráulica, seguranças foram contratados para circularem pelos corredores, os gastos com condomínios foram replanejados e diminuíram e os assaltos, que eram cerca de quinzes por mês, em média, hoje quase não existem.
Há tempos a Galeria é considerada um ponto turístico alternativo e referência para os amantes de rock. Personalidades como Bruce Dickinson (vocalista do Iron Maiden) e Kurt Cobain (ex-vocalista do Nirvana) e bandas como Dream Theater, Paradise Lost e Sepultura já passaram por lá para tardes de autógrafos ou apenas para dar uma volta pelos corredores.
O local pode entrar para o Guiness Book (livro dos recordes) como maior concentração de estabelecimentos dedicados ao rock.

Serviço:
Galeria do Rock
Horário: de segunda a sexta, das 9h às 20h; sábado, das 9h às 17h
Rua 24 de Maio, 62 (entrada também pela Av. São João, 439)
Entrada franca
Próximo ao Metrô República

Retirado do site:http://sampacentro.terra.com.br/textos.asp?id=202&ph=10


Shopping Light



O edifício original, sede de empresas de eletricidade como a Light e a Eletropaulo, conhecida como São Paulo Tramway Light and Power, foi inaugurado no final dos anos 20 pelo escritório de Ramos de Azevedo. Depois de uma reforma que durou dez anos, o Shopping Light foi inaugurado em 17 de novembro de 1999.

Uma parceria entre a CEI Empreendimentos (que já implantou 14 Shopping Centers por todo o Brasil, inclusive em edifícios históricos), a Birmann e a Parinvest tornou viável a execução de um projeto que preservasse as características originais do prédio, adaptando-o para o funcionamento de um empreendimento comercial.


Curiosidades:

A reforma do edifício e o processo de transformação em Shopping Light levou dez anos e consumiu cerca de 45 milhões de reais.
Assim como o nome, as características originais do prédio foram preservadas: a limpeza da fachada foi resultado de um trabalho cuidadoso para que o concreto não se deteriorasse.
Os toldos vermelhos são uma homenagem às proteções de janela usadas nos anos 30 com essa cor.
Os elevadores e banheiros originais também foram mantidos - nestes últimos, foram colocadas bacias novas ao lado das existentes.
Os elevadores e as escadas rolantes foram concentrados em um pavimento anexo, onde funcionou o restaurante Panamericano e depois o refeitório dos funcionários da Light.
O edifício foi duplamente tombado: pelo Condephaat (órgão estadual) e pelo Conpresp (órgão municipal).
O autor do projeto do Shopping Light é o arquiteto e professor da FAU-USP Carlos Faggin.
O prédio tem seis pavimentos, 100 lojas e mais de 17 mil m2.
Em três anos de atividade, o Shopping Center Light conquistou o público do Centro e atraiu também consumidores das demais regiões de São Paulo, registrando uma visitação diária de mais de 35 mil pessoas.
O Light dispõe de Praça de Alimentação com capacidade para 800 pessoas sentadas, além de estacionamento com manobristas e 200 vagas cobertas.



Serviço:
Shopping Light
Horário: de segunda a sexta, das 10h às 21h, e sábado, das 10h às 19h
Esquina da Rua Xavier de Toledo com o Viaduto do Chá, tel.: 3257-2299
Próximo ao Metrô Anhangabaú
Site: www.shoppinglight.com.br

Retirado do site:http://sampacentro.terra.com.br/textos.asp?id=105&ph=22


Ipiranga x São João


O cruzamento das avenidas Ipiranga e São João se transformou definitivamente em um dos símbolos e referências mais famosos de São Paulo, especialmente do Centro da cidade, em 1978, quando Caetano Veloso gravou a música "Sampa". (Aquela que diz "alguma coisa acontece no meu coração/ que só quando cruza a Ipiranga e avenida São João".)

As duas avenidas tiveram seus dias de ruas tranqüilas até a década de 30. De 1938 a 1945, durante a gestão do prefeito Prestes Maia, tiveram início grandes obras na cidade, principalmente com o alargamento de ruas e a abertura de novas vias. Este programa visava comportar os automóveis, que eram cada vez mais utilizados.

O prefeito prolongou a avenida São João e transformou a então rua Ipiranga em avenida. Prédios modernos começaram a ser construídos nestas vias, que se transformaram na artéria principal da cidade, onde estavam as grandes empresas. O local virou ponto de encontro. Na década de 70, começou um período de decadência, com promiscuidade e muitos assaltos. O movimento de transeuntes acabou caindo, o que acarretou na diminuição do movimento do comércio da cidade.

Vinte anos depois, a prefeitura, com o intuito de recuperar o local, construiu um calçadão na avenida São João, no trecho entre o Vale do Anhangabau e o Largo do Paissandu. A idéia era trazer de volta o status de ponto de encontro dos paulistanos. As obras ficaram prontas e até muito bonitas, mas acabaram deixando o lugar perigoso no período da noite e aos domingos, quando não há movimento ali.


Curiosidades:


-Como a região do Anhangabaú era considerada muito insalubre, as pessoas levavam consigo uma imagem de São João Batista para atravessar o Vale. Daí surgiu o nome da Avenida São João, que foi resultado do loteamento da chácara de Luís Antônio de Queirós.
- A avenida São João foi uma das primeiras a serem servidas por bondes elétricos em São Paulo
- A Escola Americana, fundada em 1872, mundou-se para a avenida São João em 1878. De lá, foi para a rua Itambé e depois para a rua Piauí, onde cresceu e se transformou na Universidade Mackenzie
- Na esquina da avenida São João com a rua São Bento existiu o Café Brandão, um local famoso que foi demolido em 1915 para a construção do Edifício Martinelli
- Entre as décadas de 40 e 60, grandes bailes ao som de orquestras eram realizados nas casas da região das avenidas Ipiranga e São João. As casas empregavam uma média de 40 músicos cada. Uma delas era a Boate e Confeitaria Marabá, que em 1944 deu lugar ao Bar Brahma, Assim, conhecido por ser ponto de encontro de artistas e políticos da cidade. Diz-se até que Adoniran Barbosa tinha uma mesa cativa ali.
- A avenida Ipiranga abriga alguns dos famosos pontos históricos e turísticos de São Paulo, como o Edifício Copan e o Edifício Itália. A avenida também passa pela Praça da República.
- No ano de 1943 foi inaugurado o então luxuoso Cine Ipiranga, que existe até hoje, mas sem o mesmo glamour.

Retirado do site:http://sampacentro.terra.com.br/textos.asp?id=241&ph=34


Ruas do Triângulo



O Triângulo é onde a cidade de São Paulo nasce. O perímetro delimitado pelas Ruas Direita, São Bento e 15 de Novembro, no Vale do Anhangabaú (chamado na época de “Vale Intransponível”), concentra a ferveção populacional da São Paulo do início do século.

O Centro era balizado pelos Conventos de São Francisco, São Bento e São Carmo. As ruas não iam além dos vales dos rios Tamanduateí e Anhangabaú. Tudo era tão perto que a primeira linha de bonde, puxado por animais, só seria inaugurada em 1872. Mas o primeiro passo para tirar São Paulo do destino periférico havia sido dado no ano anterior. A inauguração da ferrovia Santos-Jundiaí, em 1867, iria ajudar a canalizar para a cidade a riqueza do café, que se expandia pelo oeste do Estado. E, no sentido contrário, iria trazer milhares de imigrantes estrangeiros.

Consideradas estreitas até para os padrões de construção da época, com o passar do tempo, as “Ruas do Triângulo” se transformaram, naturalmente, em ruas estritamente para pedestres.

Durante o governo de João Teodoro (1872-1875), foi feito o calçamento das ruas da região, uma novidade então na época, abrangendo também o Largo do Rosário e a Praça da Sé.

O Triângulo acabou virando uma região de passeio. A expressão “fazer o Triângulo” acabou denominando o passeio de grupos de rapazes saindo do Largo São Bento, avançando pelas Ruas 15 de Novembro, Direita e São Bento, enquanto as moças faziam o trajeto inverso. O Bar Viaduto, na Rua Direita, com orquestra todas as noites, também servia aos propósitos dos apaixonados.

Em virtude de seu formado arcaico das artérias do Centro antigo, o cruzamento entre a Rua São Bento e a Rua Direita foi chamado de “Quatro Cantos”.


Curiosidades:


A “fotografia animada” ou “lanterna mágica” –-como era chamado então o cinema—- é apresentada pela primeira vez na cidade em um salão na Rua 15 de Novembro. A Rua São Bento foi considerada o berço do cinematógrafo por ter sido nela construído o primeiro cinema, ao qual foi dado o nome de Íris.
Foi dado o nome de Rua Direita por ser o “caminho direito” entre o terreiro da Sé e o despenhadeiro do Anhangabaú. Anteriormente, seu nome completo era Rua Direita de Santo Antônio.
A Rua 15 de Novembro já foi chamada de Rua do Rosário dos Homens Pretos por causa de uma igreja que ficava onde hoje é a Bolsa de Mercadorias & Futuros, depois, de Rua da Imperatriz e, a partir da Proclamação da República, adquiriu seu nome atual.
O Café Girondino na Rua São Bento foi inaugurado em 9 de fevereiro de 1998, baseado nas antigas cafeterias do início do século
A Rua da Quitanda já se chamou Beco da Cachaça e Rua do Cotovelo, antes de passar a ser uma rua de comércio de produtos desde cocada até sacos de farinha e de feijão.
As vitrines da Casa Fretin foram confeccionadas por técnicos do Liceu de Artes e Ofícios, localizado no mesmo prédio da Pinacoteca do Estado.
O escritório fotográfico de Guilherme Gaensly ficava na Rua 15 de Novembro, de onde ele fez os principais registros da sociedade paulistana do início do século influenciada que estava com o dinheiro do café.
A Rua Direita já se chamou Direita de Santo, Santo Antônio e Direita da Misericórdia, em razão de quando São Paulo foi convertido ao cristianismo, Deus teria dito: "Segue directum que Me encontrarás" (por isso também todas as Ruas Direitas desembocam em alguma igreja).

Serviço:
Ruas do Triângulo
Ruas São Bento, 15 de Novembro e Direita
Próximas ao Metrô São Bento.

Retirado do site:http://sampacentro.terra.com.br/textos.asp?id=162&ph=12


Mercado Municipal



O Mercado Municipal, também chamado de Mercado da Rua Cantareira, foi inaugurado em 25 de janeiro de 1933. Quem assina o projeto em estilo neoclássico é Felizberto Ranzini, do escritório de arquitetura de Ramos de Azevedo.

A construção do Mercado foi totalmente planejada para abrigar os comerciantes da região central da cidade, que vendiam seus produtos ao ar livre até então.

Curiosidades:

Considerado muito elegante, o Mercadão, como foi apelidado carinhosamente, foi considerado "majestoso demais para a finalidade", na época de sua inauguração, quando também era qualificado como "templo da gastronomia".
A construção tem mais de 10 metros de pé direito, sustentado por imponentes colunas.
Além dos produtos alimentícios das mais variadas procedências, outros grandes atrativos do Mercado Municipal são os 55 vitrais em estilo gótico vindos da Alemanha. Além disso, adornam o edifício abóbodas sustentadas por arcos abaulados.
Todos os dias saem do Mercadão cerca de 350 toneladas de alimento. Pelos seus corredores, circulam cerca de 10 mil pessoas -- aos sábados, o número dobra.
O Mercadão conta atualmente com 316 boxes (que vendem desde bolinhas de mussarela com recheio de goiabada até carne de cordeiro, passando por charutos, flores, utensílios domésticos, animais de estimação e, claro, um delicioso cafezinho) espalhados por 12.600 metros quadrados de área.

Serviço:
Mercado Municipal
Horário: de segunda a sábado, das 7h às 18h. Domingos, das 7h às 13h
Rua da Cantareira, 306, tel. 3228-0673
Site: www.mercadomunicipal.com.br
Próximo à Rua 25 de Março e ao Metrô São Bento

Retirado do site:http://sampacentro.terra.com.br/textos.asp?id=157&ph=14


Minhocão ou Elevado Presidente Costa e Silva



Idealizado por Faria Lima, durante seu governo, de 1965 a 1969. O Minhocão não se trata propriamente de uma obra de arquitetura, e sim de engenharia, mas causou um impacto inegável na paisagem urbana da região central de São Paulo. Idealizado na gestão de Faria Lima (1965-69), o projeto foi abandonado devido à reação negativa dos técnicos e da população.

Em 1970, Paulo Maluf, em sua primeira passagem pela prefeitura, ressuscitou a idéia durante seu governo e, após 11 meses de obras, o Minhocão abraçou o espaço da Praça Roosevelt, na Consolação, até o Largo Padre Péricles, em Perdizes, passando por cima da Rua Amaral Gurgel e da Avenida São João.

Ele passa a cinco metros dos prédios de apartamentos. Tem 3,4 quilômetros e liga a região central à zona oeste da cidade. Entre as críticas que já recebeu, foi chamado de “cenário com arquitetura cruel” e “uma aberração arquitetônica”. Até hoje não é bem visto pela população da região, que teve seus imóveis desvalorizados e teve de ver a deterioração do local. Em 1976, cinco anos após sua inauguração, o Minhocão passou a ser interditado à noite. A medida foi adotada para evitar os acidentes noturnos, que tinham se tornado rotina e para diminuir o barulho na região. Em novembro de 1989, a então prefeita Luiza Erundina determinou que o elevado fosse interditado das 21h30 às 6h30.

Desde 71, quando o Minhocão foi aberto, o trânsito na via expressa só era permitido a carros de passeio e motocicletas. Em 94, tentou-se instalar uma linha de ônibus, que foi criticada até a idéia ser abandonada, poucas semanas depois, por não ter se mostrado viável economicamente. Em 94, ocorreram 14 acidentes no Minhocão, segundo a CET. No ano seguinte, foi feita uma reforma em uma das curvas para tentar evitar os freqüentes acidentes no local.
Em 98, os 2.725 metros do Elevado Costa e Silva, o Minhocão, foram decorados com pinturas de artistas plásticos, em uma tentativa de melhorar a polêmica construção que liga as regiões leste e oeste da cidade de São Paulo. O projeto, batizado de “Elevado à Arte”, foi criado pela Funarte (Fundação Nacional da Arte), entidade ligada ao Ministério da Cultura, e custou R$ 500 mil à patrocinadora Porto Seguro Seguros. As pinturas das laterais do Minhocão são de autoria dos artistas plásticos Maurício Nogueira Lima e Sônia von Brüsky. Nas colunas do trecho entre as Avenidas São João e General Olímpio da Silveira, será reconstituído o trabalho do arquiteto Flávio Motta, feito no local na década de 70.

Atualmente passa por nova reforma, ainda inconclusa, para revitalizar seu entorno.


Curiosidades:


O nome do viaduto é uma homenagem a um dos generais-presidentes do Brasil durante a época do regime militar.
O maior movimento no Minhocão acontece entre 8h e 9h, no sentido oeste-leste, quando passam, em média, 3.900 veículos. No período da tarde, o horário de maior movimento ocorre entre 17h30 e 18h30. Nesse horário, circulam cerca de 6.000 veículos nos dois sentidos. O viaduto fica interditado em domingos e feriados.
O Minhocão foi construído na avenida onde o Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, brincava quando criança. Naquela época, a rua se chamava Santa Adelaide.
O viaduto já foi palco de filmagens, como o longa “Terra Estrangeira”, de Hector Babenco, e “As Meninas”, adaptação do romance de Lygia Fagundes Telles dirigida por Emiliano Ribeiro, com Cláudia Liz e Otavio Augusto.
O nível de ruído embaixo do Minhocão é de 87 a 92 decibéis, segundo o Psiu (Programa de Silêncio Urbano) e a Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente. O motor de um caminhão ou de uma motocicleta ficam por volta de 90 e uma casa noturna faz 95 decibéis.
A Associação dos Amigos do Minhocão (AAM) juntou-se ao Projeto Equilíbrio na tentativa de melhorar a qualidade de vida dos quatro bairros que são sombreados pelo Elevado Costa e Silva. Barra Funda, Vila Buarque, Consolação e Santa Cecília ganham agora um pólo cultural na antiga sede da Rede Globo. O novo espaço na Praça Marechal Deodoro, 356 (tel. 3664-7684) vai abrigar shows, cursos de dança de salão, capoeira, oficinas de teatro, vídeo, cinema e fotografia.

Serviço:
Minhocão
Horário: de segunda a sexta, das 6h30 às 21h
Endereço: Avenida Amaral Gurgel
Próximo ao Metrô Santa Cecília

Retirado do site: http://sampacentro.terra.com.br/textos.asp?id=111&ph=15